o mar azul tem sido a minha banheira,
a terra o quintal da minha infância,
mas na verdade não tenho onde repousar a cabeça,
a relva tem sido o meu colchão,
o sereno da noite, à brisa aliviam o calor,
não tenho nada e não quero ter bagagem,
sou viajante, o destino é o futuro,
os frutos do campo é o meu alimento,
onde passo replanto as sementes,
de distancia longinquá venho,
para o infinito eu vou, caminho sem pressa,
como o universo e seus astros,
é o ciclo da minha feliz jornada.
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