23 abril 2013
A hora do adeus
Ao amanhecer ouço lamento,
e ao anoitecer contemplo o choro,
não tenho palavras para expressar,
e muito menos ações para agir.
Então o sorriso foge do rosto,
a face perde o sentido,
os olhos perdem o brilho,
o coração segue, suas derradeiras batidas,
marca o fim, como em uma canção,
em um cortejo, o silêncio reina,
a busca movida pela esperança,
a tensão aumenta, os esforços são contínuos,
os insistentes alertas, marca o término,
nada se pode fazer, nem mesmo esperar,
Mas aos poucos chega a hora do adeus,
o abraço forte, o carinho,
juras eternas, laços eternos,
para nada serviu, ninguém o remiu,
o espirito o corpo deixou,
o que era vida, já expirou...
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